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Entidades da suinocultura apresentam pautas do setor ao novo diretor do Departamento de Saúde Animal

ABCS e ABEGS discutem sanidade suína com o Mapa

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e a Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS) participaram, nesta terça-feira (6), de reunião no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com o novo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), da Secretaria de Defesa Agropecuária, Marcos Vinicius de Santana Leandro Junior.

A ABCS foi representada pelo presidente, Marcelo Lopes, e pela equipe técnica da entidade. Pela ABEGS, participaram o presidente, Alexandre Rosa, e integrantes da equipe técnica.

O encontro marcou a primeira agenda institucional das entidades com o novo diretor e teve como objetivo apresentar a atuação das organizações representativas da cadeia, além das principais pautas sanitárias acompanhadas pelo setor junto ao Ministério da Agricultura.

Entre os temas apresentados estiveram as regras relacionadas às Granjas de Reprodutores Suínos Certificadas (GRSC). Na sequência, as entidades trataram do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC) e de outros assuntos que integram a agenda de defesa sanitária da suinocultura brasileira.

As entidades também reforçaram a importância da interlocução permanente entre o setor produtivo e o Departamento de Saúde Animal para o acompanhamento das políticas sanitárias e dos temas regulatórios que impactam a cadeia.

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, a primeira agenda com a nova direção do Departamento de Saúde Animal contribui para dar continuidade ao diálogo técnico entre o setor e o Ministério da Agricultura.

“A sanidade é um dos principais pilares da suinocultura brasileira. Esse primeiro encontro foi importante para apresentarmos nossas entidades e as pautas que acompanhamos, além de reforçarmos nossa disposição para manter um diálogo técnico e permanente com o Departamento de Saúde Animal”, destaca Lopes.

O presidente da ABEGS, Alexandre Rosa, também ressaltou a importância da interlocução institucional na agenda sanitária.

“A genética suína está diretamente ligada aos elevados padrões sanitários construídos pelo Brasil. Manter essa proximidade com o Departamento de Saúde Animal é fundamental para que possamos contribuir tecnicamente com as discussões que envolvem a sanidade e a evolução produtiva do setor”, afirma.

A agenda contou também com a participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e reforçou a atuação conjunta das entidades na interlocução com o poder público e no acompanhamento de políticas públicas em prol da saúde animal, da segurança dos alimentos, da manutenção de mercados e da competitividade da suinocultura brasileira.

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