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ABCS e ABEGS participam de reunião no MAPA para debater o Plano Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC)

Peste Suína Clássica

ABCS e ABEGS participam de reunião no MAPA para debater o Plano Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC)

O encontro ocorreu na sede do MAPA, em Brasília, no âmbito do Departamento de Saúde Animal (DSA), vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), e foi conduzido pelo diretor do DSA, Marcelo Motta.

A diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, reforçou que a agenda foi positiva, com encaminhamentos concretos para a expansão da Zona Livre. Segundo ela, as equipes do DSA/MAPA irão atuar, em conjunto com os Serviços Veterinários Estaduais, na realização de inquéritos soroepidemiológicos para avaliação da circulação viral.

“Diversos estados que integram a Zona Não Livre têm a perspectiva de, até 2028, apresentar o pleito de reconhecimento internacional à Organização Mundial de Saúde Animal, avançando no Plano Brasil Livre de PSC”, afirmou.

Para o presidente da ABEGS, Alexandre Rosa, o avanço sanitário é decisivo tanto para o crescimento sustentável da suinocultura brasileira quanto para a abertura de novos mercados internacionais, especialmente para a exportação de material genético.

“Alguns mercados estratégicos exigem que o Brasil seja reconhecido como livre de Peste Suína Clássica para autorizar a importação de material genético. Por isso, avançar na erradicação da PSC é fundamental para ampliar o acesso a esses mercados, fortalecer a competitividade da genética suína nacional e consolidar, no cenário internacional, a qualidade da sanidade brasileira”, destacou.

Na avaliação das entidades, o alinhamento técnico e institucional entre o MAPA e o setor produtivo é decisivo para consolidar um ambiente sanitário seguro e competitivo para a cadeia suinícola. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, reforçou que a atuação integrada entre o poder público e a iniciativa privada é essencial para o sucesso do plano de erradicação da PSC.

“O trabalho conduzido pelo MAPA, em diálogo permanente com o setor produtivo, é fundamental para avançarmos de forma segura na erradicação da Peste Suína Clássica. A construção conjunta de soluções técnicas fortalece a defesa sanitária, dá previsibilidade ao produtor e preserva a credibilidade da suinocultura brasileira nos mercados nacional e internacional”, ressaltou.

Participaram da reunião, de forma online, representantes da ABEGS, da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), da Embrapa Suínos e Aves e da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (ABRAVES). Presencialmente, estiveram presentes representantes da ABCS e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

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