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ABCS reforça prioridades da suinocultura nas comissões temáticas do Instituto Pensar Agro

ABCS reforça prioridades da suinocultura nas comissões temáticas do Instituto Pensar Agro

ABCS reforça prioridades da suinocultura nas comissões temáticas do Instituto Pensar Agro

ABCS reforça prioridades da suinocultura nas comissões temáticas do Instituto Pensar Agro

A equipe política da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), nos dias 27 e 28 de janeiro, intensificou sua atuação no Instituto Pensar Agro (IPA), participando ativamente das comissões temáticas responsáveis por organizar e conduzir as principais pautas do setor junto à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

A gerente de Relações Governamentais da entidade, Ana Paula Cenci, explica que este é o momento em que as instituições do setor se debruçam sobre temas considerados estratégicos para o agro. “Cada assunto é avaliado conforme seus impactos diretos sobre a produção, a competitividade e a sustentabilidade das cadeias produtivas. A ABCS exerce papel relevante nesse processo, ao levar às comissões a visão técnica e a realidade da suinocultura brasileira”, afirma.

Entre os temas prioritários em debate estão o controle e o manejo de javalis, as normas de bem-estar animal e as propostas relacionadas à rotulagem de alimentos de origem animal. São agendas que afetam diretamente o dia a dia do produtor, a segurança sanitária e a relação do setor com o consumidor, exigindo posicionamento qualificado e articulação institucional.

O trabalho ganha ainda mais relevância em 2026, ano marcado pelo calendário eleitoral. Com uma agenda legislativa naturalmente mais curta, o primeiro semestre se consolida como o período mais estratégico para o avanço das pautas setoriais e para o diálogo com parlamentares e com o Poder Executivo.

“Sem dúvida, a atuação da ABCS nas comissões temáticas do IPA reforça o compromisso da entidade com a defesa dos interesses da suinocultura nacional. A participação ativa contribui para a construção de consensos, a antecipação de riscos regulatórios e a promoção de um ambiente normativo mais previsível, equilibrado e alinhado à realidade do campo”, conclui Cenci.

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