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Estudo da MSD Saúde Animal comprova eficácia da vacinação na prevenção de ileíte clínica e subclínica

Estudo da MSD Saúde Animal comprova eficácia da vacinação na prevenção de ileíte clínica e subclínica

O controle da enterite proliferativa, popularmente chamada de ileíte, passa por uma série de desafios. É uma enfermidade causada pela Lawsonia intracellularis, afeta o sistema digestivo dos suínos e é caracterizada por três formas clínicas: aguda, crônica e subclínica.

No entanto, o quadro subclínico é o mais prevalente, o que faz com que os animais permaneçam assintomáticos, porém com redução no crescimento e piora na conversão alimentar. Devido à ausência de sinais clínicos evidentes, os suínos infectados têm papel crucial na disseminação do agente no rebanho, o que provoca um impacto epidemiológico e econômico significativo.

“Pesquisas de prevalência mostram positividade de 73% nas granjas de suínos. Em relação ao impacto zootécnico, a doença pode afetar 20,8% no ganho de peso diário e aumentar a conversão alimentar em até 20,4%”, diz a especialista em sanidade de suínos Amanda Gabrielle de S. Daniel, coordenadora técnica de contas-chave de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

Por ser um agente endêmico e de alta prevalência, a utilização de ferramentas de prevenção é a melhor forma de assegurar o desempenho do rebanho. Hoje, a vacinação é uma alternativa de controle poderosa contra ileíte, auxiliando na redução dos sinais clínicos, da excreção e das lesões intestinais.

Inclusive, em estudo conduzido pela MSD Saúde Animal foi possível demonstrar que a vacinação é uma ferramenta comprovada para auxiliar o controle da enteropatia proliferativa clínica e subclínica. Leitões provenientes de uma granja positiva para L. intracelularis foram divididos em dois grupos, controle negativo e vacinados com Porcilis® Ileitis, e foram realizadas pesagens e medições ao longo de 156 dias. Como resultado, foram observadas taxas de conversão mais baixas no grupo vacinado, com incremento médio de 2,52 kg no peso final ao abate.

A vacinação dos animais é uma questão chave e primária para reduzir os efeitos nocivos da ileíte suína nas granjas e, segundo Amanda, a vacinação produz imunidade duradoura e auxilia de forma eficaz a redução da mortalidade, a queda de excreção fecal de L. intracellularis, a melhoria do ganho de peso diário e a conversão alimentar, sendo considerada uma importante alternativa para o controle da doença.

“Muitas vezes, a ileíte é visível somente quando está associada a quadros de enterite hemorrágica, com aumento de mortalidade, no entanto, esse inimigo invisível pode levar à redução expressiva de produtividade sem nenhuma apresentação clínica. Dessa forma, a sanidade é um fator determinante para o sucesso da suinocultura brasileira”, afirma a especialista da MSD Saúde Animal.

Há mais de 130 anos, a MSD cria invenções para a vida, trazendo ao mercado medicamentos inovadores para combater as doenças mais desafiadoras. A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., é a unidade global de negócios de saúde animal da MSD. Por meio do seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis, a MSD Saúde Animal oferece a médicos-veterinários, pecuaristas, donos de pets e governos uma grande variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gestão de saúde, além de um amplo conjunto de tecnologia conectada que inclui produtos voltados à identificação, à rastreabilidade e ao monitoramento. A MSD Saúde Animal é dedicada a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais e das pessoas. Investe amplamente em recursos de P&D e em uma cadeia de suprimentos moderna e global. A empresa está presente em mais de 50 países e seus produtos estão disponíveis em cerca de 150 mercados. Para obter mais informações, visite nosso site e conecte-se conosco no LinkedIn, Instagram e Facebook.

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