A suinocultura brasileira tem ampliado o uso de tecnologia e estratégias preventivas como forma de garantir eficiência produtiva e segurança sanitária, movimento que se reflete no crescimento de 21% da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal em 2025.
Com faturamento superior a R$ 2,1 bilhões no país, a companhia vem reforçando sua atuação baseada em inteligência de dados, biosseguridade e inovação, acompanhando as demandas de um setor cada vez mais pressionado por produtividade, custos e exigências sanitárias dos mercados internacionais.
A sanidade do plantel é considerada um dos principais ativos da suinocultura, especialmente em um cenário global de riscos sanitários e barreiras comerciais. Qualquer falha pode impactar diretamente exportações, custos de produção e desempenho zootécnico.
Nesse contexto, o uso de sensores e sistemas de monitoramento nas granjas tem permitido ao produtor identificar precocemente alterações no comportamento e na saúde dos animais, favorecendo intervenções rápidas e mais eficientes.
A MSD Saúde Animal investe cerca de 20% de seu faturamento global em pesquisa e desenvolvimento, com foco em soluções que integrem tecnologia, rastreabilidade e prevenção. Na suinocultura, isso se traduz em ferramentas que aumentam a previsibilidade da produção e reduzem riscos sanitários.
A estratégia da companhia está centrada na prevenção como modelo econômico: evitar doenças é mais eficiente e menos custoso do que lidar com surtos, perdas produtivas e impactos sanitários.
Além disso, o avanço de protocolos vacinais e soluções tecnológicas contribui para melhorar índices produtivos, bem-estar animal e sustentabilidade da atividade — fatores cada vez mais valorizados na cadeia global de proteína suína.
“O produtor precisa de previsibilidade e segurança para manter competitividade. Nosso objetivo é oferecer soluções que integrem ciência e tecnologia para apoiar a tomada de decisão e proteger o patrimônio sanitário das granjas”, afirma Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal na região.
A empresa destaca que o futuro da suinocultura passa pela consolidação de um modelo produtivo baseado em dados, biosseguridade e gestão eficiente, reforçando o papel da sanidade como pilar do crescimento sustentável do setor.
