O Brasil registrou ontem, terça-feira (05) o maior número de novas mortes em decorrência do novo coronavírus desde o início da pandemia, com a contabilização de 600 novos óbitos, o que eleva o total a 7.921, informou o Ministério da Saúde. Em relação à quantidade de casos confirmados de infecção pelo vírus, o país teve […]
O Brasil registrou ontem, terça-feira (05) o maior número de novas mortes em decorrência do novo coronavírus desde o início da pandemia, com a contabilização de 600 novos óbitos, o que eleva o total a 7.921, informou o Ministério da Saúde.
Em relação à quantidade de casos confirmados de infecção pelo vírus, o país teve salto de 6.935 em relação à véspera, chegando a 114.715. Embora o número represente uma leve alta ante os 6.633 casos confirmados na segunda-feira, não supera o recorde de 7.218 visto em 30 de abril.
O recorde anterior para a contagem diária de óbitos era de 28 de abril, quando o país registrou 474 mortes.
Em entrevista coletiva sobre o assunto, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, fez a ressalva de que as 600 novas mortes contabilizadas não ocorreram necessariamente nas últimas 24 horas, apenas entraram no sistema ao longo do dia.
São Paulo continua sendo o Estado mais afetado pela doença no Brasil, com 34.053 casos –alta de 1.866 na comparação diária– e 2.851 mortes, avanço de 197 em relação à véspera.
O coordenador Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo, David Uip, afirmou nesta terça-feira que o sistema de saúde do Estado terá problemas em no máximo um mês caso a média do isolamento social paulista siga abaixo de 50%.
Na sequência da contagem por Estado do ministério vem o Rio de Janeiro, com 12.391 casos e 1.123 mortes, acompanhado pelo Ceará (11.470 infecções, 795 óbitos), cuja capital Fortaleza anunciou que entrará em “lockdown” a partir de sexta-feira.
A letalidade da doença no país é de 6,9%, acrescentou o Ministério da Saúde. (Reuters)
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Parto prolongado, sobrevivência comprometida: evidências do impacto da cinética do parto sobre a asfixia neonatal
Bruno Bracco Donatelli Muro César Augusto Pospissil Garbossa Erich Herzogenrath Cavaca Inácio Matheus Saliba Monteiro Rafaella Fernandes Carnevale Roberta Yukari Hoshino
Programa nutricional para leitões recém-desmamados: redução proteica com suplementação de aminoácidos
Allan Paul Schinckel Amoracyr José Costa Nuñez Kallita L. S. Cardoso Mariana Garcia de Lacerda Vivian Vezzoni de Almeida
Gestão do microclima na maternidade suína: equilíbrio térmico entre porcas e leitões
Cristiano Marcio Alves de Souza Filipe Bittencourt Machado de Souza Jéssica Mansur S. Crusoé Leonardo França da Silva Victor Crespo de Oliveira
Balanço preliminar da suinocultura brasileira em 2025
Iuri Pinheiro Machado
Eco Animal Health reforça presença no Brasil e destaca a relevância do Aivlosin® na suinocultura moderna

DanBred Brasil realiza primeira edição do GPS: Grandes Parceiros da Suinocultura

Sanidade animal não é sobre doença. É sobre ambiente, pessoas e sabedoria
Luiz Felipe Caron
Impacto do uso de antibióticos em leitões após o nascimento
Renato Philomeno
Piglet Protector: Solução inovadora para vitalidade e desempenho de leitões recém-nascidos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Impactos de diarreia neonatal na produção de suínos
Jessica Carolina Reis Barbosa Roberto Maurício Carvalho Guedes
Aditivo Improver® como alternativa natural a antimicrobianos melhoradores de desempenho em leitões desmamados
Gefferson Almeida da Silva José Paulo Hiroji Sato Jovan Sabadin Viviana Molnár-Nagy
Do registro às quarentenas: cinco decisões que moldaram a suinocultura gaúcha
Priscila Beck
Consumo de carne suína avança 45% e se aproxima de 20 kg per capita. SNDS aponta próximos passos
Priscila Beck
Quando a tosse custa caro: por que manter a granja livre de Mycoplasma faz diferença?
Cândida Azevedo