Carne suína ganha espaço no varejo com alta de preços e consumo projetado | Por: Pedro Carneiro ([email protected]) / Safras News
Preços e consumo projetado da carne suína apontam alta para o fim do ano, impulsionados por exportações e demanda interna.

Carne suína ganha espaço no varejo com alta de preços e consumo projetado | Por: Pedro Carneiro ([email protected]) / Safras News
A semana registrou preços mais altos tanto no quilo vivo quanto nos principais cortes de carne suína do atacado. Segundo o analista de Safras & Mercado, Allan Maia, a oferta de animais voltou a atender a demanda das indústrias de maneira ajustada, fator que mantém as expectativas para novos reajustes no curto prazo.
Além disso, a disponibilidade doméstica da carne suína está enxuta, resultado de uma produção equilibrada e exportação forte. “Vale apontar também que os agentes do mercado aguardam um consumo aquecido para a carne suína até o fechamento do ano, o que explica a boa reposição entre atacado e varejo”, explicou Maia.
O período ainda deve levar em conta a entrada do décimo terceiro na economia, pelas festividades de época do ano e pelas altas expressivas dos cortes bovinos, proteína concorrente, que tendem a favorecer opções mais acessíveis ao consumidor.

Levantamento de Safras & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo no país teve alta de 0,41% na semana, terminando em R$ 8,70. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado subiu de R$ 14,73 para R$ 15,16 e a média da carcaça de R$ 14,40 para R$ 14,75.
A análise semanal de preços de Safras & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo seguiu em R$ 191,00. Na integração do Rio Grande do Sul, o quilo vivo permaneceu em R$ 6,30 e no interior do estado foi de R$ 9,25 para R$ 9,35.
Em Santa Catarina, o preço do quilo na integração ficou em R$ 6,35 e no interior catarinense foi de R$ 9,30 para R$ 9,50. No Paraná, o preço do quilo vivo registrou estabilidade de R$ 9,50 no mercado livre e, na integração, de R$ 6,45.
No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 9,20 para R$ 9,30 e, na integração, permaneceu em R$ 6,30. Em Goiânia, os preços continuaram em R$ 9,90. No interior de Minas Gerais, os preços permaneceram em R$ 10,30 e, no mercado independente, em R$ 10,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis teve acréscimo de R$ 9,25 para R$ 9,30 e, na integração do estado, permaneceu em R$ 6,35.
As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 151,345 milhões em novembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 15,134 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 59,470 mil toneladas, com média diária de 5,947 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.544,9.
Em relação a novembro de 2023, houve alta de 45,3% no valor médio diário, avanço de 30,5% na quantidade média diária e alta de 11,3% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

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