Desde janeiro de 2019, Brasil abriu mais de 65 mercados para produtos agropecuários. Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecuários para 24 países desde janeiro de 2019. No início desta semana, mais quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram credenciadas e irão vender as carnes do Brasil ao Vietnã. […]

Desde janeiro de 2019, Brasil abriu mais de 65 mercados para produtos agropecuários.
Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecuários para 24 países desde janeiro de 2019. No início desta semana, mais quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram credenciadas e irão vender as carnes do Brasil ao Vietnã.
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemora a ampliação das habilitações para mais um país.
“Isso mostra que o mundo olha o Brasil
como grande fornecedor de alimentos,
supridor de alimentos”.
As novas plantas frigoríficas de aves aptas a exportar para o Vietnã estão localizadas nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Já as suínas, em Minas Gerais.
As exportações de produtos agrícolas para o Vietnã, em 2019, somaram US$ 27,5 bilhões. Em 2018, totalizaram US $ 22,6 bilhões.
Abertura de mercados
Desde janeiro de 2019, o Brasil abriu 65 mercados para produtos agropecuários, sendo 30 aberturas registradas somente este ano.
No último dia 25 de maio, a Tailândia, por exemplo, comunicou que irá importar carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil, mercado com potencial de receita de US$ 100 milhões nos próximos anos. O país também abriu seu mercado para os lácteos brasileiros.
Já no início do mês passado, o governo das Filipinas credenciou estabelecimentos de carnes bovinas (Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Tocantins e Pará), de aves (Paraná, Santa Catarina e rio Grande do Sul), de peru (Rio Grande do Sul) e suína (Santa Catarina).
Outros novos mercados são castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para Colômbia.
As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões.
PIB agropecuário
A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.
Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Estratégias de biosseguridade pós-PSC no Brasil

Da nanoescala ao campo: como a nanotecnologia poderá redefinir a suinocultura moderna

Ganho compensatório: estratégia nutricional ou risco produtivo?

Menos poesia, mais tecnologia: ambiência como fator decisivo na eficiência da produção

DISENTERIA SUÍNA: A COMPLEXIDADE POR TRÁS DE UM CONTROLE AINDA DESAFIADOR

Transição das celas individuais para baias coletivas no Brasil

Efeitos do uso de aditivos nutricionais sobre o desempenho reprodutivo, fisiológico e produtivo de matrizes suínas durante gestação e lactação

TechnoSpore: Probiótico Estratégico para Integridade Intestinal de Suínos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Eficiência produtiva e rentabilidade: a visão estratégica das curvas de consumo
Jefferson Bastos Alves
Com R$ 80 milhões em P&D, Agroceres Multimix lança agCare e mostra à suinocultura como transformar prolificidade em desmame