Tendo visto como principal objetivo da suinocultura moderna a maior rentabilidade do sistema de produção, e sabendo que a saúde animal está diretamente relacionada aos resultados obtidos, têm-se dado maior atenção a sanidade dos rebanhos e às medidas de biosseguridade. Mais do que tratar enfermidades, a prevenção de doenças é importante tanto para o bem-estar animal quanto para a produtividade econômica.
Além disso, a prevenção também é importante para a segurança alimentar e saúde pública quando se trata de patógenos zoonóticos.
Somado a isso, a percepção de que a relação entre saúde e biosseguridade estão altamente relacionadas tem aumentado nos últimos anos com o surgimento e reemergência de diversas doenças de difícil controle, como a disseminação do vírus da diarreia epidêmica suína nas Américas ou do vírus da peste suína africana (PSA) na Europa e na Ásia (ROWLANDS et al., 2008; STEVENSON et al., 2013; ZHOU et al., 2018). E como resultado, o conceito e a percepção das doenças mudaram do indivíduo para a granja e, da granja para a região. Sendo assim, manter as doenças afastadas é um dos elementos-chave na produção animal.
A biosseguridade pode ser definida como a aplicação de medidas que visam reduzir a probabilidade de introdução e disseminação de patógenos, sendo o principal objetivo evitar a transmissão, seja entre ou dentro do sistema de produção (ALARCÓN; ALBERTO; MATEU, 2021). Dentre as medidas internas a serem tomadas podem ser citadas medidas relativas à:
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