
Incêndio de grandes proporções atinge construção do frigorífico da Frimesa em Assis Chateaubriand
Um incêndio de grandes proporções atingiu a construção do frigorífico da Cooperativa Central Frimesa na noite desta quarta-feira (04), nas proximidades da comunidade do Engenho Azaury, em Assis Chateaubriand. Força para toda a família Frimesa!

Um incêndio de grandes proporções atingiu a construção do frigorífico da Cooperativa Central Frimesa na noite desta quarta-feira (04), nas proximidades da comunidade do Engenho Azaury, em Assis Chateaubriand.
Incêndio de grandes proporções atinge construção do frigorífico da Frimesa em Assis Chateaubriand

Quem trafegava pela PR-239, entre Assis Chateaubriand e Toledo, assustou com as que tomou conta do frigorífico em construção.
De acordo com as informações preliminares, moradores acionaram o Corpo de Bombeiros ao perceberem o fogo. Ainda não se sabe o que provocou o incêndio e a preocupação dos bombeiros é realizar um rescaldo para que não haja possibilidade do fogo voltar.
Até o momento a assessoria de imprensa da Frimesa ainda não se pronunciou sobre o assunto.
A projeção da Cooperativa Central Frimesa, é de inauguração em 2023 do mega-frigorífico, na cidade de Assis Chateaubriand (PR), com promessa de triplicar a produção.
No primeiro estágio de operação, que vai de 2023 a 2025, a projeção é que a capacidade de abate do novo frigorífico seja de 3,7 mil cabeças/dia. Para o segundo estágio, de 2026 a 2028, o total será de 7,5 mil cabeças/dia, enquanto para a etapa final, de 2029 a 2031, os abates devem totalizar 11,2 mil cabeças/dia.
As obras para a construção do frigorífico tiveram início em outubro de 2017. O tamanho do terreno, com 148.000m², condiz com o valor investido na obra, que supera os R$ 3,2 bilhões.
Ainda de acordo com o diretor executivo da Frimesa, este novo projeto frigorífico vai contribuir para o fomento da suinocultura na região oeste do Paraná em longo prazo.
“Em 10 anos, o abate da Frimesa triplicará, proporcionando oportunidades de aumento da produção de suínos aos produtores, gerando e diversificando a renda das propriedades. A suinocultura terá avanços tecnológicos e de sanidade, gerando segurança aos consumidores e mais renda na cadeia produtiva”, finaliza.
Fonte: O presente Rural e Redação.
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