17 jun 2022

Abertura do Canadá para carne suína confirma qualidade da produção catarinense

A abertura do Canadá para carne suína brasileira reforça, mais uma vez, a qualidade e a aprovação internacional da cadeia produtiva catarinense da proteína animal. Leia mais!

Abertura do Canadá para carne suína confirma qualidade da produção catarinense

A abertura do Canadá para carne suína brasileira reforça, mais uma vez, a qualidade e a aprovação internacional da cadeia produtiva catarinense da proteína animal. A avaliação é do presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), José Antônio Ribas Júnior.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento comunicou, nesta semana, que as três primeiras plantas habilitadas para o mercado do Canadá são as unidades localizadas em Itapiranga e São Miguel do Oeste, da Seara Alimentos, e a de Chapecó, pertencente à Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) – todas em território barriga-verde.

Ribas assinala que a habilitação para o novo mercado tem um efeito reputacional muito forte em razão do padrão de exigências das autoridades reguladoras e do consumidor canadense.

“Esse avanço é um atestado da nossa qualidade, da nossa reconhecida segurança sanitária e da competitividade do nosso produto, por isso deve ser festejado pelos produtores brasileiros, pelas agroindústrias e pelo governo”, manifesta o dirigente.

A abertura do Canadá para o carne suína brasileira é muito oportuna porque ocorre em um momento em que os custos de produção estão elevados e o mercado doméstico está retraído por conta da inflação, da taxa de desemprego e de outros fatores.

O Canadá é um grande produtor e exportador de carne suína. Em 2021 foi o terceiro maior exportador, embarcando 1,5 milhão de toneladas para vários mercados. Apesar disso, também importa, anualmente, em média 250 mil toneladas.

As negociações entre exportadores e importadores dos dois países deve iniciar nos próximos dias. O presidente do Sindicarne acredita que produtos específicos serão criados para atender as peculiaridades do mercado canadense, como cortes nobres e linha premium. O foco inicial das negociações deve incluir também barriga e costela, cortes muito apreciados por aquele país. A orientação é buscar uma conduta de complementariedade, atendendo lacunas eventualmente deixadas pelos produtores locais.

 

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