Exportação de carne Fonte: Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado da Agricultura
Exportação de carne de Santa Catarina supera receita de US$ 1,6 bilhão A exportação do setor de carnes de Santa Catarina atingiu uma receita de US$ 1,69 bilhão nos cinco primeiros meses do ano, alta de 18,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e maio de 2023, foram exportadas 749,2 mil […]

Exportação de carne de Santa Catarina supera receita de US$ 1,6 bilhão
A exportação do setor de carnes de Santa Catarina atingiu uma receita de US$ 1,69 bilhão nos cinco primeiros meses do ano, alta de 18,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e maio de 2023, foram exportadas 749,2 mil toneladas, crescimento de 10,4%, em comparação com os cinco primeiros meses do ano passado. Os números são do Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).
No total, Santa Catarina exportou 149,1 mil toneladas de carnes (frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos, entre outras) em maio, alta de 10,4% na comparação com o mesmo mês de 2022. Com receitas de US$ 351,3 milhões, alta de 3,8% em relação a abril e de 10,8% na comparação com maio de 2022.
“Nossos produtores são compromissados com a qualidade e nossa gestão é compromissada em zelar pela sanidade do que é produzido aqui. Esses são os nossos diferenciais, que conquistaram os mercados mais exigentes de todo o mundo. Não tenho dúvida que vamos alcançar ainda mais mercados”, frisou o governador Jorginho Mello.
As receitas, por sua vez, foram de US$ 199,4 milhões, alta de 8,3% em relação ao mês de abril e de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Santa Catarina foi responsável por 23,4% das receitas geradas pelas exportações brasileiras de carne de frango nos cinco primeiros meses do ano.
Os números mostram ainda que no acumulado dos primeiros cinco meses, as exportações atingiram 454,5 mil toneladas e US$ 985,5 milhões, altas de 8,7% e 16,7% em relação ao mesmo período do ano passado, respectivamente.
Suínos
A carne suína (in natura, industrializada e miúdos) em Santa Catarina exportou 54,0 mil toneladas em maio, alta de 16,1% na comparação com maio de 2022, com receitas de US$ 139,5 milhões, alta de 24,1% em relação a maio do ano passado. No acumulado de janeiro a maio, Santa Catarina exportou 260,7 mil toneladas, com receitas de US$ 643,6 milhões, altas de 14,0% e 27,0%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Santa Catarina foi responsável por 55,1% da quantidade e 56,5% das receitas das exportações brasileiras de carne suína deste ano. China e Hong Kong responderam por 47,9% dos embarques catarinenses deste ano.

Papel do produtor rural
“É uma realidade da produção de Santa Catarina, da qualidade e da exportação de carne. Aqui a qualidade da nossa produção, a sanidade animal que é a melhor de todos os estados brasileiros. Nós fazemos um trabalho muito forte inclusive agora no controle da prevenção da influenza. Isso é o resultado do trabalho dedicado da Secretaria da Agricultura, da Cidasc, do Icasa, das cooperativas, da indústria, da FAESC enfim todas as áreas do agro faz com que Santa Catarina tenha essa excelência”, comentou o secretário de Estado da Agricultura, Valdir Colatto.
O secretário frisou ainda que nesse resultado positivo não pode esquecer do produtor rural. “É o ator principal desse processo, é ele que faz o trabalho lá na ponta, ele que cuida, as famílias que estão dedicadas nesse processo e é por isso que Santa Catarina tem esse diferencial”.
De acordo com o levantamento, os resultados do período refletem o crescimento dos embarques para a maioria dos principais destinos, com destaque para a China (alta de 46,9% em quantidade e 57,2% em receitas, na comparação com o mesmo período de 2022). Também merece menção o crescimento dos embarques para Países Baixos (alta de 8,1% em quantidade e 23,6% em receitas) e Arábia Saudita (21,7% e 30,7%).
“Mesmo com a detecção dos primeiros casos de influenza aviária altamente patogênica no Brasil, na segunda semana de maio, as exportações brasileiras de carne de frango mantiveram-se estáveis em relação ao mês anterior e na comparação com maio de 2022”, informou o analista de socioeconomia e desenvolvimento rural do Cepa da Epagri, Alexandre Giehl.
Exportação de carne Fonte: Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado da Agricultura
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Eco Animal Health reforça presença no Brasil e destaca a relevância do Aivlosin® na suinocultura moderna

Gestão do microclima na maternidade suína: equilíbrio térmico entre porcas e leitões
Cristiano Marcio Alves de Souza Filipe Bittencourt Machado de Souza Jéssica Mansur S. Crusoé Leonardo França da Silva Victor Crespo de Oliveira
DanBred Brasil realiza primeira edição do GPS: Grandes Parceiros da Suinocultura

Parto prolongado, sobrevivência comprometida: evidências do impacto da cinética do parto sobre a asfixia neonatal
Bruno Bracco Donatelli Muro César Augusto Pospissil Garbossa Erich Herzogenrath Cavaca Inácio Matheus Saliba Monteiro Rafaella Fernandes Carnevale Roberta Yukari Hoshino
Sanidade animal não é sobre doença. É sobre ambiente, pessoas e sabedoria
Luiz Felipe Caron
Impacto do uso de antibióticos em leitões após o nascimento
Renato Philomeno
Balanço preliminar da suinocultura brasileira em 2025
Iuri Pinheiro Machado
Piglet Protector: Solução inovadora para vitalidade e desempenho de leitões recém-nascidos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Programa nutricional para leitões recém-desmamados: redução proteica com suplementação de aminoácidos
Allan Paul Schinckel Amoracyr José Costa Nuñez Kallita L. S. Cardoso Mariana Garcia de Lacerda Vivian Vezzoni de Almeida
Impactos de diarreia neonatal na produção de suínos
Jessica Carolina Reis Barbosa Roberto Maurício Carvalho Guedes
Aditivo Improver® como alternativa natural a antimicrobianos melhoradores de desempenho em leitões desmamados
Gefferson Almeida da Silva José Paulo Hiroji Sato Jovan Sabadin Viviana Molnár-Nagy
Do registro às quarentenas: cinco decisões que moldaram a suinocultura gaúcha
Priscila Beck
Consumo de carne suína avança 45% e se aproxima de 20 kg per capita. SNDS aponta próximos passos
Priscila Beck
Quando a tosse custa caro: por que manter a granja livre de Mycoplasma faz diferença?
Cândida Azevedo