Brasil consolida posição entre os líderes mundiais da carne suína
O Brasil segue como o terceiro maior exportador de carne suína do mundo, reforçando sua competitividade no mercado internacional.

Brasil consolida posição entre os líderes mundiais da carne suína
Na manhã desta terça-feira (28/07), a suínoBrasil esteve presente na coletiva de imprensa promovida pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), realizada em formato híbrido em São Paulo (SP), para acompanhar a divulgação dos dados e das projeções do setor de avicultura e suinocultura brasileira.
Durante o encontro, a ABPA apresentou os números atualizados da produção e das exportações, além das perspectivas para o desempenho da avicultura e da suinocultura brasileira nos próximos meses. A coletiva contou com a participação do presidente da entidade, Ricardo Santin; da diretora técnica, Sula Alves; do diretor administrativo e financeiro, José Perboyre; do diretor de relações institucionais, Marcelo Osório; do gerente-executivo de Mercados, Estevão Carvalho; e da gerente de marketing e promoção comercial, Isis Sardella.
Em sua apresentação, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que, há cerca de 50 anos, o país era importador de carne suína e hoje ocupa posição de destaque no comércio global.
“Há 50 anos éramos importadores de carne suína; hoje somos o terceiro maior exportador”, afirmou.
Mesmo sendo uma das maiores produtoras mundiais, a China continua importando carne e miúdos suínos, segmento que segue impulsionando as exportações brasileiras. Do total embarcado para o país asiático, 129,1 mil toneladas correspondem a miúdos, demonstrando a importância desse mercado.
Outro destaque é o avanço sanitário brasileiro. Com o reconhecimento de país livre de febre aftosa sem vacinação, o Brasil amplia oportunidades comerciais, enquanto Santa Catarina mantém protagonismo nas exportações de carne suína, inclusive de produtos com osso destinados ao mercado chinês.
As Filipinas permanecem como o principal destino da carne suína brasileira, reflexo da recuperação ainda incompleta da produção local após os surtos de Peste Suína Africana (PSA) registrados entre 2019 a 2021.
No mercado interno, a expectativa também é positiva: a projeção é de que o consumo per capita de carne suína pelos brasileiros alcance 20,4 kg, impulsionado por mudanças nos hábitos de consumo e pela maior competitividade da proteína.
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