Resultado representa alta de 14% em relação ao mesmo período de 2025, com destaque para os negócios de aves, suínos e operações internacionais.

A JBS registrou receita líquida recorde de US$ 23,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre abril e junho, o EBITDA ajustado alcançou US$ 1,257 bilhão, enquanto a maior parte das unidades de negócio apresentou melhora sequencial de rentabilidade.
Segundo o CEO Global da companhia, Gilberto Tomazoni, o resultado reflete a diversificação geográfica e por proteínas da JBS.
“Voltamos a registrar receita recorde, refletindo a força de nosso portfólio diversificado entre geografias, proteínas e marcas”, afirmou.
Entre os destaques do trimestre esteve a Seara, que registrou receita líquida de US$ 2,5 bilhões, crescimento de 18,2% na comparação anual. O EBITDA ajustado foi de US$ 315 milhões, com margem de 12,3%. O desempenho foi atribuído ao aumento dos volumes, eficiência operacional, maior utilização da capacidade produtiva e expansão dos produtos de valor agregado.
A Pilgrim’s Pride alcançou receita de US$ 4,6 bilhões e EBITDA ajustado de US$ 360 milhões, com margem de 7,8%. A companhia destacou a demanda firme por carne de frango nos Estados Unidos, Europa e México, além de ganhos de produtividade e eficiência operacional.
Na operação de suínos nos Estados Unidos, a JBS USA Pork registrou receita líquida de US$ 2,1 bilhões. O EBITDA ajustado cresceu 38% em relação ao segundo trimestre de 2025, chegando a US$ 184 milhões, com margem de 8,9%. O resultado foi apoiado pelo mix de vendas e pelo avanço dos produtos de marca e de maior valor agregado.
A JBS Brasil alcançou receita líquida recorde de US$ 4,6 bilhões, alta de 28% em um ano. O EBITDA ajustado chegou a US$ 273 milhões, crescimento de 22,1%, mesmo com aumento de 12% no preço médio do gado.
De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado principalmente pelas exportações, com aumento de preços e volumes e diversificação dos mercados de destino.
Apesar do desempenho positivo em aves e suínos, a JBS Beef North America continuou enfrentando pressão sobre as margens. A unidade teve EBITDA ajustado negativo de US$ 100 milhões, embora tenha apresentado melhora frente ao resultado negativo de US$ 264 milhões registrado no mesmo trimestre de 2025.
No consolidado, o fluxo de caixa livre foi positivo em US$ 130 milhões, enquanto a alavancagem líquida encerrou o trimestre em 3,10 vezes.
Para Tomazoni, a companhia seguirá concentrada em eficiência operacional, fortalecimento das marcas e geração de caixa diante dos diferentes ciclos dos mercados de proteínas.
Fonte: JBS.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Saúde da matriz suína: uma visão sistêmica
Carlos Carrijo
Leitegadas cada vez maiores: ate onde pode chegar o potencial da fêmea suína?
Guilherme Brant
Da exigência ao comedouro: nutrição de precisão na suinocultura
Luiz Fernando de Souza Alves
Leitegadas maiores, leitões menores: onde está o próximo ganho da suinocultura?

STREPTOCOCCUS SUIS SOROTIPO 9: Desafios e estratégias de controle
Huillian Zecchin
Estreia do porciFÓRUM consolida a força da suinocultura no SIAVS

Panorama da organização da suinocultura mundial
Lisa Le Clerc Marcelo Miele Nobert Potori Robert Hoste
Lactação em foco: como a condição corporal das fêmeas ativas determina a produção de leite e o sucesso da leitegada
Bruno Bracco Donatelli Muro César Augusto Pospissil Garbossa Erich Herzogenrath Cavaca Flavia Stievano de Souza Tavares Iris Alves de Jesus Rafaella Fernandes Carnevale
Enriquecimento ambiental para leitões: da teoria à aplicação nas granjas
Aline Cristina Sant'Anna Lucas Rocha Valfré Thiago Bernardino
Saúde locomotora de matrizes suínas: fatores de risco, nutrição e manejo
Clarice Speridião Silva Neta
Papo de granja: a sua granja está pronta para trabalhar em bandas?
Antônio Leomar EugênioTo provide the best experiences, we use technologies like cookies...