Jair Meyer, superintendente de Suprimentos e Alimentos da Lar, representou a cooperativa no recebimento dos dois reconhecimentos do Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE, em São Paulo.
Cooperativa ficou em primeiro lugar no Sul em contratação de aprendizes e mantém 1.274 jovens em formação, com oportunidades que incluem áreas ligadas à agroindústria.

A formação de novos profissionais é um dos desafios para o futuro do agronegócio, especialmente diante da necessidade de mão de obra qualificada para atividades cada vez mais técnicas e diversificadas. Nesse cenário, a Lar Cooperativa Agroindustrial se destacou na contratação de jovens e recebeu dois reconhecimentos no Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE, realizado em 5 de agosto, em São Paulo.
Na categoria Aprendiz, a cooperativa conquistou o primeiro lugar na Região Sul, considerando a contratação de jovens de 14 a 24 anos nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No ranking nacional de contratações com vínculo CLT, a Lar ficou na 10ª posição.
Jair Meyer, superintendente de Suprimentos e Alimentos da Lar, representou a cooperativa no recebimento dos dois reconhecimentos do Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE, em São Paulo.
O levantamento foi elaborado a partir de dados do Ministério do Trabalho e Emprego referentes às oportunidades geradas no primeiro trimestre de 2026. A classificação considera os registros oficiais de inserção de jovens no mercado de trabalho.
Com mais de 27 mil funcionários, a Lar atua em diferentes segmentos, incluindo produção agrícola, indústria, comércio, logística e serviços. Nesse contexto, o programa de aprendizagem funciona como uma das portas de entrada de jovens para atividades relacionadas à cadeia produtiva.
Atualmente, 1.274 jovens estão ativos no Programa de Aprendizagem da cooperativa, que, segundo a empresa, cumpre integralmente a cota legal de aprendizes.
As oportunidades contemplam as áreas Administrativa, Comércio e Varejo, Industrial, Instrumental, Tecnologia da Informação e Agronegócio. A formação conta ainda com a participação de instituições parceiras, como Sescoop/PR, Sistema OCB/MS, CIEE, Associação Semear, Senac, Senai e Instituição João Bittar.
A estratégia combina inserção no ambiente profissional com formação e acompanhamento, etapa importante para jovens que estão tendo o primeiro contato com o mercado de trabalho.
Entre as iniciativas da cooperativa está o Jovem Aprendiz Agro, programa desenvolvido pela Lar para aproximar a aprendizagem profissional da realidade dos filhos de associados.
A proposta combina formação com atividades práticas relacionadas à propriedade rural e aborda temas como gestão, empreendedorismo e agronegócio.
Além da capacitação profissional, o modelo busca contribuir para a preparação das novas gerações que poderão atuar na atividade agropecuária, especialmente em um momento em que a sucessão rural e a qualificação da mão de obra estão entre os desafios enfrentados pelo setor.
A aproximação entre educação, prática profissional e agronegócio também amplia as possibilidades de inserção dos jovens em diferentes etapas da cadeia, da produção no campo às atividades industriais, tecnológicas e de gestão.
O movimento ocorre em um contexto de transformação do mercado de trabalho no agronegócio. A incorporação de tecnologia, a profissionalização da gestão e a crescente complexidade dos processos produtivos aumentam a demanda por profissionais preparados para diferentes funções.
Para empresas e cooperativas, os programas de aprendizagem também podem funcionar como uma estratégia de formação de talentos, permitindo que jovens conheçam as rotinas da atividade e desenvolvam competências antes de ingressarem definitivamente no mercado.
No caso da Lar, os reconhecimentos obtidos no Prêmio Empregabilidade Jovem colocam em evidência uma estrutura que combina contratação, formação e acompanhamento de jovens em diferentes áreas.
Para a agroindústria, iniciativas desse tipo representam também uma forma de aproximar as novas gerações do setor e criar caminhos de entrada para profissionais que poderão participar dos próximos ciclos de desenvolvimento do agronegócio.
Fonte: Lar Cooperativa- com adaptações aviNews Brasil.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Menos antibióticos, mais prevenção: o caminho que a suinocultura brasileira ainda precisa percorrer
Maurício Cabral Dutra
Palatabilizantes além do desempenho zootécnico de leitões: papilas gustativas, expressão gênica de cotransportadores e saúde intestinal
Letícia Guizzo Prof Dr. Vinicius Ricardo Cambito de Paula Prof. Dr. Sergio Luis Castro Junior Yasmin Silva Viana
Micotoxinas na ração suína: o risco começa no ingrediente
Anna Lara M. Teixeira Carlos J.Kippert Gabriel C. Rocha Jansller L. Genova Lucas M. Teixeira
Frimesa põe o marketing para trabalhar e redesenha sua aposta na carne suína
Priscila Beck
Inverno e doenças respiratórias na suinocultura: por que o frio aumenta os desafios sanitários?
Geovana Coelho Ferreira Isabela de Andrade Luís Guilherme de Oliveira
Condição corporal e eficiência reprodutiva em fêmeas suínas: implicações e estratégias de manejo
Danilo A. Marçal Jaira de Oliveira Luciano Hauschild Rafaella Fernandes Carnevale Sara J. Sardinha
Coleta, transporte e destinação adequada de suínos mortos durante a produção
Dra. Masaio Mizuno Ishizuka
Microminerais orgânicos na nutrição de matrizes suínas: mais suporte para reprodução, lactação e desempenho da leitegada
Equipe Técnica Biochem Brasil
A Engrenagem Humana: o elo entre a tecnologia e a alta produtividade
Diogo Lima Goulart
Como trabalhar um dos maiores desafios das nossas maternidades: a mortalidade de leitões na lactação
Djane Dallanora
Caudofagia: entendendo o comportamento para prevenir perdas
Natalia Sitanaka
Sanidade, bem-estar e gestão: os pilares práticos da sustentabilidade na suinocultura moderna
Sula Alves