Sobre a JBS
Com três fábricas na região e reconhecimento de marca de 92%, companhia apresenta portfólio na Saudi Food Show, na Arábia Saudita

A Seara, da JBS, já tem no Oriente Médio um negócio com faturamento anual na casa dos US$ 500 milhões. O patamar, registrado em 2025, reflete a escala alcançada pela marca na região, onde combina produção local e distribuição com produtos desenvolvidos para os hábitos e preferências dos consumidores.
A Seara mantém três fábricas no Oriente Médio, duas na Arábia Saudita e uma nos Emirados Árabes Unidos. Nos últimos anos, o crescimento do negócio foi acompanhado por um salto no reconhecimento da marca: o índice passou de 22% em 2022 para 92% em 2025, segundo a Ipsos. A aprovação dos produtos pelo sabor chega a 82%, outro indicador da conexão construída com o consumidor local.
A produção local também ganhou escala com os investimentos realizados nos últimos anos. Na Arábia Saudita, a fábrica de Jeddah, em operação desde 2025, integra o plano de US$ 85 milhões em investimentos da JBS no país. A unidade deverá duplicar sua produção e alcançar 30 mil toneladas até o fim de 2026. Além de atender o mercado saudita, já abastece países como Kuwait, Omã e Emirados Árabes Unidos, ampliando o alcance regional da operação.
É nesse contexto que a Seara participa, de 27 a 29 de setembro, da Saudi Food Show, em Jeddah, na Arábia Saudita. Presente no evento desde a primeira edição, a marca apresentará sua nova identidade visual para o Oriente Médio. As novas embalagens reforçam o laranja característico da Seara e adotam uma hierarquia visual desenvolvida para facilitar a identificação das diferentes categorias nas gôndolas. A renovação é acompanhada da assinatura “The quality will surprise you”, que reforça a qualidade dos produtos como um dos pilares da construção da marca na região.
“O Oriente Médio é um mercado que conhecemos há mais de 30 anos e onde construímos um negócio relevante para a Seara. Produzir localmente nos aproxima dos consumidores e nos permite desenvolver produtos mais conectados aos seus hábitos e preferências. A Saudi Food Show é uma oportunidade de estar perto de clientes e parceiros e continuar desenvolvendo esse negócio”, afirma William Barbosa, CEO da Seara para Oriente Médio e Norte da África (MENA).
A relação da JBS com a Arábia Saudita começou há mais de 30 anos, com a exportação de aves. Desde então, a presença da companhia no país evoluiu com investimentos em produção local e na ampliação da oferta de alimentos, atendendo clientes dos canais de varejo, foodservice e atacado.
Em sua estreia em Jedá, a Saudi Food Show reúne mais de mil expositores, representantes de mais de 95 países e cerca de 100 mil produtos. A cidade é um dos principais centros comerciais da Arábia Saudita e amplia as oportunidades de conexão entre fornecedores globais e empresas que atuam no mercado de alimentos da região.
Sobre a JBS
A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 282 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália.
No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 190 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. Saiba mais em jbsglobal.com.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Menos antibióticos, mais prevenção: o caminho que a suinocultura brasileira ainda precisa percorrer
Maurício Cabral Dutra
Palatabilizantes além do desempenho zootécnico de leitões: papilas gustativas, expressão gênica de cotransportadores e saúde intestinal
Letícia Guizzo Prof Dr. Vinicius Ricardo Cambito de Paula Prof. Dr. Sergio Luis Castro Junior Yasmin Silva Viana
Micotoxinas na ração suína: o risco começa no ingrediente
Anna Lara M. Teixeira Carlos J.Kippert Gabriel C. Rocha Jansller L. Genova Lucas M. Teixeira
Frimesa põe o marketing para trabalhar e redesenha sua aposta na carne suína
Priscila Beck
Inverno e doenças respiratórias na suinocultura: por que o frio aumenta os desafios sanitários?
Geovana Coelho Ferreira Isabela de Andrade Luís Guilherme de Oliveira
Condição corporal e eficiência reprodutiva em fêmeas suínas: implicações e estratégias de manejo
Danilo A. Marçal Jaira de Oliveira Luciano Hauschild Rafaella Fernandes Carnevale Sara J. Sardinha
Coleta, transporte e destinação adequada de suínos mortos durante a produção
Dra. Masaio Mizuno Ishizuka
Microminerais orgânicos na nutrição de matrizes suínas: mais suporte para reprodução, lactação e desempenho da leitegada
Equipe Técnica Biochem Brasil
A Engrenagem Humana: o elo entre a tecnologia e a alta produtividade
Diogo Lima Goulart
Como trabalhar um dos maiores desafios das nossas maternidades: a mortalidade de leitões na lactação
Djane Dallanora
Caudofagia: entendendo o comportamento para prevenir perdas
Natalia Sitanaka
Sanidade, bem-estar e gestão: os pilares práticos da sustentabilidade na suinocultura moderna
Sula AlvesTo provide the best experiences, we use technologies like cookies...