Fonte: Assessoria de Imprensa Aurora Coop
Na Unidade de Suínos a certificação segue o protocolo do North American Meat Institute (NAMI), referência em boas práticas no setor de processamento de carnes.

Auditorias internacionais atestam as ações de bem-estar animal da Aurora Coop
A Aurora Coop, uma das maiores cooperativas agroindustriais do Brasil, anunciou hoje a renovação de importantes certificações internacionais em bem-estar animal, reafirmando seu compromisso com a produção ética, responsável e sustentável. Duas unidades frigoríficas da cooperativa — uma de suínos e outra de aves — estão certificadas com protocolos reconhecidos globalmente, garantindo o cumprimento de exigências rigorosas em todas as etapas da cadeia produtiva que envolve – a cada ano – mais de 8 milhões de suínos e 343 milhões de aves.
O anúncio foi feito pelo diretor vice-presidente de agronegócios Marcos Antonio Zordan e pela coordenadora do programa de bem-estar animal da Aurora Coop Eliana Renúncio.
Na Unidade de Suínos a certificação segue o protocolo do North American Meat Institute (NAMI), referência em boas práticas no setor de processamento de carnes. As auditorias são conduzidas pela QIMA/WQS, organização especializada em certificações, por meio de auditores credenciados pela PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).
Por outro lado, a Unidade de Aves é certificada de acordo com o protocolo da NSF International, baseado nos Global Animal Wellness Standards (GAWS). Esta certificação abrange toda a cadeia produtiva, desde a criação nas granjas até o transporte, exigindo a implementação de sistemas de gestão robustos, monitoramento contínuo e auditorias regulares. No momento, a Aurora Coop recebe auditoria na indústria e no sistema de criação. O protocolo tem como base princípios científicos reconhecidos e atende às exigências de consumidores e mercados importadores cada vez mais exigentes.
Nas duas auditorias, a Aurora Coop obteve resultados de excelência, evidenciando a efetividade de seu programa de bem-estar animal, estruturado com base no protocolo Welfare Quality e implantado em todo o sistema produtivo. O programa é conduzido por uma equipe técnica especializada e envolve capacitação contínua, manuais atualizados de boas práticas e monitoramento rigoroso das atividades no campo e nas unidades industriais.
Além disso, a Aurora Coop possui consultoria externa especializada e com expertise na temática, como a BEA Consultoria e Treinamento na Produção Animal, com parceira desde 2011 na área de aves, suínos e leite, oferecendo suporte excepcional e de qualidade ímpar para o desenvolvimento do programa de bem-estar animal dentro da cooperativa. Para os próximos anos a intenção é prospectar novas parcerias e expandir cada vez mais a temática dentro do sistema produtivo.
Além de reforçar a ética no manejo com os animais, essas certificações contribuem para ampliar a credibilidade e a transparência da cadeia produtiva, atender às exigências de grandes redes de varejo e food service, garantir acesso a mercados internacionais estratégicos e promover melhoria contínua dos processos produtivos.
“Investir em certificações de bem-estar animal é uma decisão estratégica que deverá se expandir nos próximos anos, segundo o planejamento estratégico da empresa”, assegura Zordan. “Essa política fortalece nossa responsabilidade socioambiental e consolida nossa posição como referência na produção de alimentos com qualidade, segurança e respeito à vida”, acrescenta Eliana Renúncio.
O alinhamento com protocolos internacionais assegura a conformidade com as legislações do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e dos mercados globais.
Para mais informações sobre as ações de bem-estar animal da Aurora Coop, acesse: https://auroracoop.com.br/sustentabilidade/bem-estar-animal/nossos-compromissos/
Fonte: Assessoria de Imprensa Aurora Coop
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Estratégias de biosseguridade pós-PSC no Brasil

TechnoSpore: Probiótico Estratégico para Integridade Intestinal de Suínos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Ganho compensatório: estratégia nutricional ou risco produtivo?
Carlos Kippert Gabriela Miotto Galli Ines Andretta Marcos Kipper Vitória Karolina Timbola Heckler
Eficiência produtiva e rentabilidade: a visão estratégica das curvas de consumo
Jefferson Bastos Alves
Da nanoescala ao campo: como a nanotecnologia poderá redefinir a suinocultura moderna
Ronise Depner
Efeitos do uso de aditivos nutricionais sobre o desempenho reprodutivo, fisiológico e produtivo de matrizes suínas durante gestação e lactação
Clarice S. Silva Neta Felipe N. A. Ferreira Fernanda F. Abranches Gabriel C. Rocha Jeferson P. Santana
Menos poesia, mais tecnologia: ambiência como fator decisivo na eficiência da produção

Disenteria suína: a complexidade por trás de um controle ainda desafiador
Matheus Costa Suzana Cortiano Stubert Ygor Henrique de Paula
Transição das celas individuais para baias coletivas no Brasil
Cleandro Pazinato Dias Fabricio Murilo Beker Jade Pellenz
Ração eficiente começa na matéria-prima: o papel estratégico dos grãos