Fonte: Assessoria de Imprensa MSD
Localizado em São Paulo, os escritórios das áreas de saúde humana e animal da companhia foram reconhecidos na categoria GOLD pelas suas práticas sustentáveis em operação e manutenção

MSD Brasil recebe certificação LEED
A MSD Brasil, que envolve as áreas de saúde humana e animal, recebeu a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), na categoria GOLD. O reconhecimento analisa as operações e a manutenção dos escritórios da empresa, com base no uso racional de água e energia elétrica, gestão e descarte correto dos resíduos, localização e transporte, além de garantia da qualidade do ar.
Os esforços ambientais, sociais e de governança (ESG) da MSD são baseados nos valores fundamentais que sempre guiaram a missão da empresa de inventar para a vida, com responsabilidade para com pacientes e animais que precisam de medicamentos e vacinas, e com respeito, inclusão e responsabilidade para seus colaboradores.
Com metas globais de tornar-se uma empresa neutra em carbono até 2025, a companhia possui ações de boas práticas ambientais no Brasil, como a reciclagem mensal de 420kg de resíduos e a destinação de 268kg para compostagem. Além disso, a MSD Brasil alcançou a redução de 30% no consumo de água no escritório e a destinação correta de 100kg de pilhas e baterias, por meio de espaço de coleta.
“Temos como compromisso sempre aprimorar as nossas práticas sustentáveis, e receber a certificação LEED demonstra que estamos no caminho certo”, comemora Hugo Nisenbom, presidente da MSD Brasil. “Nosso time está focado em contribuir com as nossas metas globais e desejamos continuar avançando para novas conquistas”.
Já para Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal no Brasil, o reconheimento, além de certificar que a empresa está alinhada com as práticas sustentáveis, mostra como a empresa coloca o conceito de Saúde Única em prática. “Isso significa que investimos não só para ajudar o meio ambiente, mas também para contribuir com saúde e bem-estar de toda a sociedade, já que essas iniciativas diminuiem emissões de gases tóxicos, por exemplo”, explica.
Desde 2016, as companhias estão instaladas em um edifício que também possui o certificado LEED, reconhecimento que influenciou a mudança. “A escolha dos nossos escritórios corporativos fez toda a diferença ao sabermos que é um local atento ao impacto ambiental gerado”, completa Hugo.
“Nosso legado foi construído com base no entendimento de operar com responsabilidade, posicionando o paciente no centro do nosso negócio, mas também investindo nas comunidades onde atuamos. Seguiremos nesta jornada”, finaliza o executivo.
Fonte: Assessoria de Imprensa MSD
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Saúde da matriz suína: uma visão sistêmica
Carlos Carrijo
Leitegadas cada vez maiores: ate onde pode chegar o potencial da fêmea suína?
Guilherme Brant
Da exigência ao comedouro: nutrição de precisão na suinocultura
Luiz Fernando de Souza Alves
Leitegadas maiores, leitões menores: onde está o próximo ganho da suinocultura?

STREPTOCOCCUS SUIS SOROTIPO 9: Desafios e estratégias de controle
Huillian Zecchin
Estreia do porciFÓRUM consolida a força da suinocultura no SIAVS

Panorama da organização da suinocultura mundial
Lisa Le Clerc Marcelo Miele Nobert Potori Robert Hoste
Lactação em foco: como a condição corporal das fêmeas ativas determina a produção de leite e o sucesso da leitegada
Bruno Bracco Donatelli Muro César Augusto Pospissil Garbossa Erich Herzogenrath Cavaca Flavia Stievano de Souza Tavares Iris Alves de Jesus Rafaella Fernandes Carnevale
Enriquecimento ambiental para leitões: da teoria à aplicação nas granjas
Aline Cristina Sant'Anna Lucas Rocha Valfré Thiago Bernardino
Saúde locomotora de matrizes suínas: fatores de risco, nutrição e manejo
Clarice Speridião Silva Neta
Papo de granja: a sua granja está pronta para trabalhar em bandas?
Antônio Leomar EugênioTo provide the best experiences, we use technologies like cookies...