O Vietnã abateu 43.150 suínos, o equivalente a cerca de 2.157 toneladas, desde o início deste ano para conter a propagação da peste suína africana (PSA), informou a Agência de Notícias do Vietnã na última semana citando o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural. Atualmente, 199 comunas de 72 distritos em 19 províncias e cidades […]

O Vietnã abateu 43.150 suínos, o equivalente a cerca de 2.157 toneladas, desde o início deste ano para conter a propagação da peste suína africana (PSA), informou a Agência de Notícias do Vietnã na última semana citando o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Atualmente, 199 comunas de 72 distritos em 19 províncias e cidades do Vietnã ainda têm surtos registrados nos últimos 21 dias, de acordo com o relatório, observando que este ano, a PSA ocorre principalmente nas áreas montanhosas do norte do Vietnã, incluindo as províncias de Lang Son , Cao Bang e Bac Kan.
Enquanto isso, os surtos da PSA são encontrados em pequenas propriedades que não garantem as condições de segurança, reportou Pham Van Dong, chefe do Departamento de Saúde Animal do Ministério.
O gasto total para prevenção e combate à PSA no Vietnã, incluindo fundos do orçamento central e orçamentos locais, juntamente com fundos apoiados por bancos e instituições de crédito, atingiu mais de 13 trilhões de dong vietnamitas (US $ 565,2 milhões) em julho deste ano, informou a agência de notícias.
Em 2019, a PSA se espalhou por todas as províncias e cidades do Vietnã, causando a morte e o abate de cerca de 5,9 milhões de suínos, segundo a agência de notícias.
A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) informou que 160 novos surtos de peste suína africana foram notificados no mundo entre os dias 21 de agosto e 3 de setembro, ante 284 casos verificados no levantamento anterior. O número total de surtos em andamento subiu de 7.130 para 7.191, sendo 3.733 somente na Romênia e outros 1.472 no Vietnã. Dos novos surtos, 192 foram notificados pela Europa, outros 23 na Ásia. Na África não foram informados novos números. Os dados constam de levantamento quinzenal divulgado nesta sexta-feira.
De acordo com a OIE, surtos novos ou em andamento foram registrados em 25 países. Na Europa, Bulgária, Hungria, Letônia, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia, Sérvia e Ucrânia ainda apresentam a incidência da doença. Na Ásia, China, Índia, Indonésia, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Laos, Mianmar, Papua Nova Guiné, Filipinas, Rússia, Timor Leste e Vietnã tem casos em andamento. Já na África, Namíbia, Nigéria, África do Sul e Zâmbia reportam a presença do vírus.
No período de cobertura do levantamento, foram notificadas perdas de 1.581 animais, número superior ao reportado no boletim anterior, de 1.132 animais eliminados. A maior parte desse número foi observada na Europa, sobretudo na Romênia, onde 1.487 animais foram perdidos. Ainda na Europa, a Rússia descartou 2 animais e a Ucrânia, 62. Na Ásia, foi reportado um outro abate sanitário de 23 suínos na Rússia. Já na África, houve registro de perda de 7 animais na África do Sul.
Fonte: Notícias Agrícolas e Estadão.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Estratégias de biosseguridade pós-PSC no Brasil

Da nanoescala ao campo: como a nanotecnologia poderá redefinir a suinocultura moderna

Ganho compensatório: estratégia nutricional ou risco produtivo?

Menos poesia, mais tecnologia: ambiência como fator decisivo na eficiência da produção

DISENTERIA SUÍNA: A COMPLEXIDADE POR TRÁS DE UM CONTROLE AINDA DESAFIADOR

Transição das celas individuais para baias coletivas no Brasil

Efeitos do uso de aditivos nutricionais sobre o desempenho reprodutivo, fisiológico e produtivo de matrizes suínas durante gestação e lactação

TechnoSpore: Probiótico Estratégico para Integridade Intestinal de Suínos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Eficiência produtiva e rentabilidade: a visão estratégica das curvas de consumo
Jefferson Bastos Alves
Com R$ 80 milhões em P&D, Agroceres Multimix lança agCare e mostra à suinocultura como transformar prolificidade em desmame