Brasil é um país-chave para Cargill atingir meta global de equidade de gênero
Empresa alcança 36% de mulheres em cargos de liderança no País e avança rumo aos 50% anunciados para 2030

Brasil é um país-chave para Cargill atingir meta global de equidade de gênero
A busca por um ambiente de trabalho mais justo entre os gêneros é uma das principais pautas do mundo corporativo atualmente. Muitas empresas, como a Cargill, estabeleceram metas globais para que isso não se perca na agenda dos negócios, mas continue sendo um compromisso estratégico para preparar a empresa para os próximos anos, não apenas para as lideranças, mas para todos seus 160 mil colaboradores no mundo.
O Brasil se tornou um país fundamental para conquistar esse número e intensificou a participação em programas estratégicos como as redes de afinidades e parcerias focadas em inclusão, como MM360. Isso ocorre não apenas pelo tamanho do País, mas pelos avanços já identificados aqui. Hoje, a empresa tem 36% dos cargos de liderança ocupados por mulheres, incluindo gerência de fábricas, diretorias estratégicas e posições globais.
“A Cargill tem uma atuação muito diversificada no Brasil, e é muito coerente que nossas equipes também sejam diversas e múltiplas. O que já foi conquistado precisa ser celebrado, mas não podemos descansar enquanto não atingirmos o balanço ideal entre homens e mulheres na liderança”, comenta Simone Beier, diretora de Recursos Humanos da Cargill no Brasil.
O engajamento das lideranças tem sido fundamental para que essa meta não seja um número abstrato, mas uma realidade que vai da seleção dos candidatos até o desenvolvimento de futuras gestoras. O RH desempenha um papel estratégico nessa transformação, especialmente durante a seleção e desenvolvimento de profissionais. Nos programas de estágio mais recente, por exemplo, mais de 51% dos selecionados são mulheres, sendo que desse grupo, 47% são mulheres negras.
A regra é clara. As atividades no Brasil rumo à equidade de gênero também ganharam novo folego recentemente, já que o País começou um mapeamento de fornecedores com foco em diversidade. A área de Procurement passou a trabalhar com metas para contar com fornecedores liderados por mulheres, e o País tem avançado neste sentido.
O objetivo é contar com fornecedores ainda mais alinhados com os compromissos e valores da Cargill e contribuir para a equidade não apenas dentro da empresa, mas em rede. Outras ações importantes são os projetos escolhidos pela Fundação Cargill, que seleciona e apoia iniciativas nas comunidades onde atuamos que valorizam a diversidade e inclusão de forma transversal e interseccional.
Os avanços da Cargill em equidade, inclusão e sustentabilidade foram apresentados na 8ª edição do Congresso das Mulheres do Agronegócio, realizado nos dias 25 e 26 de outubro, em São Paulo.
A Cargill ajuda o sistema alimentar mundial a funcionar para você. Conectamos agricultores com mercados, clientes com ingredientes e famílias com o essencial do dia a dia – desde os alimentos que eles comem até o chão em que pisam. Nossos 160.000 integrantes da equipe em todo o mundo inovam com propósito, capacitando nossos parceiros e nossas comunidades, enquanto trabalhamos para nutrir o mundo de uma maneira segura, responsável e sustentável. Isso inclui nossos 11.000 colegas no Brasil, onde trabalhamos desde 1965 para tornar nossa visão global uma realidade local. Desde rações que reduzem as emissões de metano até combustíveis renováveis baseados em resíduos, as possibilidades são ilimitadas. Mas nossos valores permanecem os mesmos. Colocamos as pessoas em primeiro lugar. Chegamos mais longe. Fazemos a coisa certa. E é assim que a Cargill atende às necessidades variáveis das pessoas que chamamos de vizinhas e do planeta que chamamos de lar – hoje e para as próximas gerações. Para obter mais informações, visite a nossa Central de Notícias

Brasil é um país-chave Fonte: Assessoria de Imprensa Cargill
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Menos antibióticos, mais prevenção: o caminho que a suinocultura brasileira ainda precisa percorrer
Maurício Cabral Dutra
Palatabilizantes além do desempenho zootécnico de leitões: papilas gustativas, expressão gênica de cotransportadores e saúde intestinal
Letícia Guizzo Prof Dr. Vinicius Ricardo Cambito de Paula Prof. Dr. Sergio Luis Castro Junior Yasmin Silva Viana
Micotoxinas na ração suína: o risco começa no ingrediente
Anna Lara M. Teixeira Carlos J.Kippert Gabriel C. Rocha Jansller L. Genova Lucas M. Teixeira
Frimesa põe o marketing para trabalhar e redesenha sua aposta na carne suína
Priscila Beck
Inverno e doenças respiratórias na suinocultura: por que o frio aumenta os desafios sanitários?
Geovana Coelho Ferreira Isabela de Andrade Luís Guilherme de Oliveira
Condição corporal e eficiência reprodutiva em fêmeas suínas: implicações e estratégias de manejo
Danilo A. Marçal Jaira de Oliveira Luciano Hauschild Rafaella Fernandes Carnevale Sara J. Sardinha
Coleta, transporte e destinação adequada de suínos mortos durante a produção
Dra. Masaio Mizuno Ishizuka
Microminerais orgânicos na nutrição de matrizes suínas: mais suporte para reprodução, lactação e desempenho da leitegada
Equipe Técnica Biochem Brasil
A Engrenagem Humana: o elo entre a tecnologia e a alta produtividade
Diogo Lima Goulart
Como trabalhar um dos maiores desafios das nossas maternidades: a mortalidade de leitões na lactação
Djane Dallanora
Caudofagia: entendendo o comportamento para prevenir perdas
Natalia Sitanaka
Sanidade, bem-estar e gestão: os pilares práticos da sustentabilidade na suinocultura moderna
Sula Alves