Exportação catarinense de carnes cresce no primeiro semestre do ano e alcança segundo melhor resultado da série histórica
O estado exportou 939,4 mil toneladas de carnes entre frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos e outros.

Exportação catarinense de carnes cresce no primeiro semestre do ano e alcança segundo melhor resultado da série histórica
No primeiro semestre de 2024, o total de embarques de carnes de Santa Catarina para o mercado internacional teve alta de 3,5% em relação ao primeiro semestre do ano passado.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) e disponíveis no Observatório Agro Catarinense.

Exportação catarinense de carnes cresce no primeiro semestre do ano e alcança segundo melhor resultado da série histórica
As exportações também apresentaram evolução no comparativo mensal, em junho deste ano Santa Catarina exportou 156 mil toneladas de carnes com alta de 2,8% em relação aos embarques de maio de 2024. Em receitas, o estado exportou US$ 317 milhões no mês de junho, alta de 2% em relação às de maio deste ano.
Os resultados do semestre tiveram alta em termos de quantidade, mas redução quanto ao valor. No acumulado do 1º semestre, as receitas foram de US$ 1,89 bilhão, queda de 8% na comparação com os valores do mesmo período de 2023. A queda comparativa nas receitas deve-se à redução nas cotações das carnes no mercado internacional.
“O aumento das exportações demonstra o compromisso de Santa Catarina com a sanidade e a qualidade da proteína animal que exporta e que tem sido uma prioridade do governador Jorginho Mello. O comportamento do mercado internacional tem afetado as receitas, mas mesmo assim tem aumentado a quantidade exportada e expandido os mercados externos”, avalia o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto.
Santa Catarina foi responsável por 56,2% da quantidade e 58,1% das receitas das exportações brasileiras de carne suína, nos seis primeiros meses deste ano. A maior alta do semestre foi das exportações da carne suína, que atingiram 331,3 mil toneladas, com aumento de 3,6% em relação aos embarques do primeiro semestre de 2023.
Neste mesmo parâmetro foi registrado aumento nos embarques para a maioria dos principais destinos, com destaque para:
A China, por outro lado, registrou queda de 43,3% em quantidade.
Esses resultados são decorrentes da recuperação da suinocultura chinesa, após um longo período de impactos negativos de surtos de peste suína africana que atingiram o país a partir de 2018. Com isso, a China perdeu a liderança do ranking das exportações catarinenses de carne suína. O principal destino, atualmente, são as Filipinas, correspondendo a 22,3% das exportações do estado.

Exportação catarinense de carnes cresce no primeiro semestre do ano e alcança segundo melhor resultado da série histórica
Fonte: MB Comunicação
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Estratégias de biosseguridade pós-PSC no Brasil

Da nanoescala ao campo: como a nanotecnologia poderá redefinir a suinocultura moderna

Ganho compensatório: estratégia nutricional ou risco produtivo?

Menos poesia, mais tecnologia: ambiência como fator decisivo na eficiência da produção

DISENTERIA SUÍNA: A COMPLEXIDADE POR TRÁS DE UM CONTROLE AINDA DESAFIADOR

Transição das celas individuais para baias coletivas no Brasil

Efeitos do uso de aditivos nutricionais sobre o desempenho reprodutivo, fisiológico e produtivo de matrizes suínas durante gestação e lactação

TechnoSpore: Probiótico Estratégico para Integridade Intestinal de Suínos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Eficiência produtiva e rentabilidade: a visão estratégica das curvas de consumo
Jefferson Bastos Alves
Com R$ 80 milhões em P&D, Agroceres Multimix lança agCare e mostra à suinocultura como transformar prolificidade em desmame