De acordo com analista, apesar de preços mais baixos para as aves, volumes embarcados seguem bons, conseguindo dar vazão na produção interna. O faturamento com as exportações de carne suína até a terceira semana de maio já superou a arrecadação com o produto no mês do ano passado; até agora foram US$ 166.554,1 mil contra […]
De acordo com analista, apesar de preços mais baixos para as aves, volumes embarcados seguem bons, conseguindo dar vazão na produção interna.
O faturamento com as exportações de carne suína até a terceira semana de maio já superou a arrecadação com o produto no mês do ano passado; até agora foram US$ 166.554,1 mil contra US$ 133.898,9 mil em maio de 2019. Os volumes embarcados também foram maiores, 69.181,3 toneladas até a terceira semana do mês, contra 59.200,7 toneladas em maio passado. Entretanto, no caso do frango, enquanto os volumes embarcados aumentara, os preços caíram.
De acordo com Yago Travagini, analista de mercado da Agrifatto Consultoria, os dados de exportação divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (25) vieram confirmando a média do mês. Depois de recuarem forte na segunda semana, a terceira semana do mês foi dentro da média.
“Para suínos devemos ter exportação recorde para um mês de maio, com um volume próximo de 90 mil toneladas de carne. A receita tem acompanhado esse resultado e também deve vir grande. O desempenho das exportações suínas estão dando sustentação para o preço da carcaça suína no atacado que já está próximo de recuperar o patamar de R$ 7,00/kg”, disse.
No caso de aves, Travagini explica que a exportação está caminhando bem no sentido de volume embarcado, mas a receita e o preço têm caído bastante. “Estamos conseguindo escoar até bem a produção interna, no entanto, tendo que abaixar o preço. O frango resfriado no mercado interno ainda não recuperou, o preço está derrapando nos R$3,90/kg, diferente do suínos, porque a exportação está oferecendo suporte aos suínos enquanto frango, nem tanto”.
Até a terceira semana de maio, no caso da carne de frango, o valor da receita foi de US$ 376.088,6 mil, enquanto no ano passado, a arrecadação com os embarques foi de US$ 606.333,0 mil.
O valor pago por média diária está 9,03% abaixo de maio do ano passado, quando comparados os US$ 25.072,6 mil praticados este ano com os US$ 27.560,6 mil no mês em 2019. O preço pago por tonelada também segue negativo em 20,46%, com pouca variação desde o início do mês. Atualmente o valor pafo por tonelada embarcada é de US$ 1.351,0, enquanto em maio do ano passado era de US$ 1.698,4.
Houve aumento de 14,37% nos volumes embarcados de carne de frango, quando comparadas as toneladas por média diária embarcada, sendo 18.558,8 até agora em relação a 16.227,1 em maio do ano passado. Até agora, já foram embarcadas 278.381,3 toneladas, frente à 356.995,8 no ano passado.
O faturamento com as exportações de carne suína até a terceira semana de maio já superou a arrecadação com o produto no mês do ano passado; até agora foram US$ 166.554,1 mil contra US$ 133.898,9 mil em maio de 2019. Os volumes embarcados também foram maiores, 69.181,3 toneladas até a terceira semana do mês, contra 59.200,7 toneladas em maio passado.
Em relação às médias diárias de faturamento, quando comparados os US$ 11.103,6 mil praticados nesta terceira semana do mês contra os US$ 6.086,3 mil em maio do ano passado, observa-se um incremento de 82,44%.
O setor de carne suína viu as toneladas por média diária aumentarem em 71,39%, sendo 4.612,1 toneladas exportadas até agora em comparação com as 2.690,9 toneladas em maio de 2019.
Sobre o preço pago por tonelada, o avanço foi de 6,44% quando comparados os US$ 2.407,5 deste ano com os US$ 2.261,8 em maio passado. (Notícias Agrícolas)
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