Contudo, é importante salientar que a principal vantagem das vacinas é a prevenção de doenças e não a terapia real de infecções já em desenvolvimento.
O objetivo de cada programa de vacinação é estimular as respostas imunes mais adequadas ao organismo da doença e também ter conhecimento da resposta imune esperada. Leia o artigo completo!

O objetivo de cada programa de vacinação é estimular as respostas imunes mais adequadas ao organismo da doença e também ter conhecimento da resposta imune esperada.
As vacinas são o método mais eficaz na prevenção de doenças na produção animal. Elas ajudam a melhorar a saúde do rebanho e, em combinação com as medidas de biossegurança eficazes, boas práticas de gestão e nutrição ideal podem ajudar a salvar reais/animal nos custos de produção.
Contudo, é importante salientar que a principal vantagem das vacinas é a prevenção de doenças e não a terapia real de infecções já em desenvolvimento.

O uso de vacinas deve ser planejado com o veterinário da granja e constituir uma estratégia de longo prazo ao invés de uma abordagem de curto prazo, como medicar a ração ou medicação em massa por meio do uso de antibióticos injetáveis. Como os antibióticos são ineficazes na prevenção ou tratamento de infecções virais, a utilização de vacinas é ainda mais importante para as doenças virais, tais como o PCV2, PRRS, Parvovírus e outros.
O veterinário tem a função de ajudar o proprietário a escolher a melhor combinação de vacinas para o seu rebanho.
Existem muitas vacinas disponíveis no mercado para atender à suinocultura. A decisão de quais vacinas devem ser utilizadas depende de uma avaliação individual da granja e dos riscos e perdas econômicas que representam as doenças que se deseja prevenir.
Um programa de vacinação básico inclui as vacinas contra:
| Vacina contra erisipela, parvovirose e leptospirose |
»» Marrãs de reprodução e varrões jovens
» 1ª dose – 170 dias de idade.
» 2ª dose – 21 a 28 dias após a primeira aplicação.
»» Matrizes adultas
» 10 a 12 dias após o parto (dose única).
»» Varrões adultos
» Semestralmente (dose única).
| Vacina contra Colibacilose/Clostridiose |
»» Primíparas
» Duas doses aos 70 e 90 dias de gestação.
»» Matrizes adultas
» Uma dose aos 90 dias de gestação.
| Vacina contra Rinite Atrófica (uso de produto específico, aplicação apenas em matrizes) |
»» Primíparas
» Duas doses aos 70 e 90 dias de gestação.
»» Matrizes adultas
» Uma dose aos 90 dias de gestação.
Para as demais doenças citadas (pneumonia enzoótica, PCV2 e agentes bacterianos causadores de doença respiratória e/ou septicemias), o estabelecimento do programa vacinal deve ser feito após avaliação de cada sistema de produção por um médico veterinário, dada a complexidade de apresentação das enfermidades e das diversas possibilidades de timing de vacinação e dosificação.
Talvez seja do seu interesse:
Fonte: Produção de suínos: TEORIA E PRÁTICA.
Inscreva-se agora para a revista técnica de suinocultura
AUTORES

Eco Animal Health reforça presença no Brasil e destaca a relevância do Aivlosin® na suinocultura moderna

Gestão do microclima na maternidade suína: equilíbrio térmico entre porcas e leitões
Cristiano Marcio Alves de Souza Filipe Bittencourt Machado de Souza Jéssica Mansur S. Crusoé Leonardo França da Silva Victor Crespo de Oliveira
DanBred Brasil realiza primeira edição do GPS: Grandes Parceiros da Suinocultura

Parto prolongado, sobrevivência comprometida: evidências do impacto da cinética do parto sobre a asfixia neonatal
Bruno Bracco Donatelli Muro César Augusto Pospissil Garbossa Erich Herzogenrath Cavaca Inácio Matheus Saliba Monteiro Rafaella Fernandes Carnevale Roberta Yukari Hoshino
Sanidade animal não é sobre doença. É sobre ambiente, pessoas e sabedoria
Luiz Felipe Caron
Impacto do uso de antibióticos em leitões após o nascimento
Renato Philomeno
Balanço preliminar da suinocultura brasileira em 2025
Iuri Pinheiro Machado
Piglet Protector: Solução inovadora para vitalidade e desempenho de leitões recém-nascidos
Equipe Técnica Biochem Brasil
Programa nutricional para leitões recém-desmamados: redução proteica com suplementação de aminoácidos
Allan Paul Schinckel Amoracyr José Costa Nuñez Kallita L. S. Cardoso Mariana Garcia de Lacerda Vivian Vezzoni de Almeida
Impactos de diarreia neonatal na produção de suínos
Jessica Carolina Reis Barbosa Roberto Maurício Carvalho Guedes
Aditivo Improver® como alternativa natural a antimicrobianos melhoradores de desempenho em leitões desmamados
Gefferson Almeida da Silva José Paulo Hiroji Sato Jovan Sabadin Viviana Molnár-Nagy
Do registro às quarentenas: cinco decisões que moldaram a suinocultura gaúcha
Priscila Beck
Consumo de carne suína avança 45% e se aproxima de 20 kg per capita. SNDS aponta próximos passos
Priscila Beck
Quando a tosse custa caro: por que manter a granja livre de Mycoplasma faz diferença?
Cândida Azevedo